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PG luta para garantir maior representatividade política
Uma comparação realizada entre Ponta Grossa e outras cidades do Estado, inclusive de menor porte, apontou que a cidade vem sendo a última a receber órgãos e serviços federais e estaduais. A constatação é a falta de representação política. Por isso, representantes da sociedade civil se organizaram e deram início, no dia 17 de março, ao movimento Campos Gerais de igual para igual. A iniciativa tem como principal bandeira a luta por maior representatividade política em vista de maiores investimentos para a região.
A cidade possui sete órgãos federais, enquanto que Cascavel tem nove órgãos. Isso que Ponta Grossa tem uma população de 311 mil habitantes e a cidade do oeste paranaense, 295 mil. A região só conseguiu uma sede da Procuradoria Regional do Trabalho depois que cidades menores, como Campos Mourão e Toledo, foram beneficiadas. Está na hora de mudar isso.
Com representação política, maiores conquistas podem ser alcançadas. O eleitor precisa se conscientizar de que precisamos de políticos da região nos representando para termos melhorias.
A justificativa dada pelos governos - seja estadual ou federal - de que a cidade fica próxima à Curitiba não pode ser aceita pela população. Londrina e Maringá são beneficiadas e ficam distantes 100 quilômetros uma da outra. A população precisa aderir ao movimento para que a região tenha força política, voz e vez.
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